Comentário ao Evangelho do Dia – 17º Domingo TC – C

28 de julho de 2019 08:00 -

Por Dom Julio Endi Akamine SAC

 

Lc 11,1-13

 

O judeu piedoso sabia rezar os salmos de memória e muitas outras orações de ação de graças ligadas às diversas circunstâncias da vida e das tarefas cotidianas.

 

O discípulo que pediu a Jesus que ensinasse a rezar não queria conhecer mais uma outra oração para se feita, mas deseja rezar como Jesus. Esse pedido nasce do choque existencial do discípulo que vê como Jesus reza. O discípulo está fascinado com o modo de Jesus rezar. O seu desejo não é de receber uma nova oração para a sua lista já bastante grande de orações. O seu desejo consiste em ser introduzido na intimidade que Jesus tem com o Pai. O seu desejo era o de se tornar um orante como Jesus.

 

A oração do Pai-nosso, mais do que uma fórmula de oração, é a expressão mais verdadeira da alma de Jesus; exprime de maneira sublime e simples a sua identidade pessoal; manifesta seu modo de vida e o sustento de suas decisões e escolhas; exterioriza maravilhosamente a consciência profunda que Jesus tem de si mesmo em relação a Deus.

 

Rezar o Pai-nosso é, portanto, ser inserido nessa relação entre Pai e Filho.

 

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